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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Em família

 

Passamos [quase] três dias em Paris com Geórgia, Christian e seus filhinhos Daniel e Viviane. Foi muito gostoso poder encontrar e abraçar ao vivo e a cores essa família com quem eu já "convivia" há cerca de 4 anos. 

Na verdade, meu contato com Geo vem de bem mais longe. Quando meus filhotes eram bem pequenos (na década de 90) ela escrevia histórias infantis para uma revista que eu comprava. E eles sempre pediam: "mãe, lê a historinha da Tia Geórgia!". Pois eu lia e relia seiláquantas vezes, já que a revistinha era trimestral e em cada uma vinha apenas UMA historinha. Lembro do dia que não teve historinha, mas teve uma despedida da Tia Geórgia, que ia "morar na Alemanha". Oh, que pena... nunca mais soube dela.

Até que um dia, no orkut de Sílvia, tinha uma tal de Geórgia, dizendo: "Sim, eu sou a Tia Geórgia das historinhas". Pronto, eu corri lá pra contar que lia pros meninos, e  desse meu jeito despachado começamos uma amizade pra lá de grande.

Geo se tornou a irmã que eu não tive, ouviu minhas queixas e dores na pior fase de minha vida, me aconselhou, me deu colo, emprestou o ombro... cuidou de mim, no sentido mais literal que possa ter a palavra CUIDAR. Não poucas vezes planejamos nos encontrar, quando ela esteve no Brasil, mas nunca dava certo.

Até que nosso encontro finalmente aconteceu, em Paris, cidade que era um sonho pra mim e pra ela! Foi uma emoção tão grande, que nem dá pra contar.

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Era tanta coisa pra conversar, tanto pra ser dito e ouvido, e tínhamos os maridos (e os filhos dela) pra dar atenção... mas conseguimos transitar bem não só pela cidade como por essa "saia justa"!

Como já tínhamos estado em Paris na semana anterior, nos sentimos os anfitriões deles na cidade. Sabíamos onde era legal ir, onde podíamos comer bem (o Flunch, em Montmarte foi a grande pedida), e que tipo de passeio as crianças iriam gostar.

Fomos com eles aos pontos turísticos mais famosos: Louvre, Notre Dame, Montmartre, Sacre Coeur, e, é claro, a subida na Torre Eiffel.

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As crianças correndo pelos parques, dando comida aos pombos e passarinhos, andando no Carrossel que fica embaixo da escadaria de Sacre Coeur... são cenas que nunca vou esquecer.

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Numa das tardes geladas, resolvemos que precisávamos descansar, e para isso tomamos um ônibus qualquer, o primeiro que passou, afinal de contas estava começando a chover e  só queríamos estar sentados e abrigados. Sinto dizer que não foi a melhor pedida, isto é, não foi o melhor itinerário de ônibus o que aleatoreamente escolhemos. Eu fiquei acompanhando pelo mapa, pra ter idéia de onde estávamos indo, e quando vi que o ônibus ia sair do perímetro do metrô, alertei a galera pra saltarmos e pegarmos logo um metrô de volta. Que sufoco!!!

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Fato curioso:

Depois de descermos da Torre, Daniel queria comer lanche do McDonald's e achamos que lá pelo lado de Montmartre encontraríamos. Pensemos: Em PARIS e PROCURANDO McDonald's???  Enfim, encontramos, mas só depois de percorrermos as ruas do Pigale, o famoso bairro boêmio (e pornô) de Paris! Continuo pensando o que ficou disso tudo na cabecinha das crianças... hehehe...

Ah, o MacDonald's do Pigale é diferente de qualquer outro. Tem toda uma atmosfera erótica... inclusive nos clipes que passavam na TV (já viram isso??) e no copo:

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(Texto escrito em novembro/2010, e incluído no blog-que-virou-livro)

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Replay da viagem

Na tarde de terça-feira Marido e eu passamos a tarde INTEIRINHA em Paris. É, fomos escolher as fotos para imprimir (se não fizer isso logo, aparece outra viagem e as fotos ficam esquecidas no PC) e vivemos tudo de novo.

O objetivo inicial era selecionarmos 100 fotos somente de Paris, no mês que vem outro tanto de Londres/Liverpool, e assim sucessivamente. Mas... quem disse??? Era um tal de "essa vai!" "essa não pode ficar de fora!" "isso É PARIS!" e assim... foram "apenas" 280 fotos. DUZENTOS E OITENTA. Pessoas, nem eu fazia idéia do volume final. Mas como eu tenho desconto pra profissional, né?... deu pra fazer esse tanto de fotos e ainda comprar os álbuns (QUATRO). Já estou imaginando que vamos ter que inventar um espaço especial aqui em casa para armazenar nossas preciosidades.
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Fotos impressas 001
Mas o assunto nem é esse... quero falar da sensação deliciosa que é dar replay na viagem, olhando as fotos, comentando, relembrando... e desejando voltar o quanto antes! Marido prometeu 2012, mas tá tão longe... Acho que vou arrumar um concurso de fotografia que dê como prêmio uma viagem a Paris com acompanhante... heheheh

Na minha dissertação eu falo das fotografias turísticas como start da memória, e tenho experimentado isso ao vivo e a cores. Não vou me alongar muito, mas digo a vocês que minha dissertação está daquele jeito que até quem não é "da área" vai ler e gostar. (#jogueiamodéstianolixo)

Bem, pra quem quiser viajar conosco, as fotos que foram impressas estão nesses álbuns aqui: Paris e Paris - o retorno . É, nós passamos por lá duas vezes!



quarta-feira, 30 de junho de 2010

O Louvre - Parte 1



Eu já ouvi 1488 vezes que “um dia inteiro não é suficiente para visitar o Louvre.”, e sempre pensei que isso era pra aquelas pessoas super-hiper-mega interessadas em arte, que iriam ficar meia hora na frente de cada obra de arte… ai ai, nada disso.

O Louvre é uma CIDADE. Imenso, com 4 pisos e uma extensão que nem em três dias se consegue visitar toda, e não é parando meia hora em cada SALA, não, é só “rodando” mesmo. Então não será em um post que vai sair tudo, certo?

Vejam esse vídeo que fiz da parte externa:



Não pegamos fila pra entrar porque tínhamos o Paris Museum Pass, que além da economia no valor dos ingressos, livra das filas. Mas pra quem não comprar o passe, segue a dica da Maria Lina, do Conexão Paris (Leitura obrigatória pra quem vai pra lá):

"Não desçam na estação Louvre/Rivoli e sim na estação Palais Royal/Musée du Louvre. Duas linhas de metrô se cruzam nesta parada, a linha número 1 que liga La Defense a Château de Vincennes e a linha número 7 de Villejuif a La Courneuve.
O acesso direto ao Louvre se encontra na plataforma direção La Defense. Aqueles que chegarem a esta estação vindos pela linha número 7 não devem sair e sim procurar direção La Defense."
Assim, você pode entrar pela galeria chamada Carroussel do Louvre, que é um sonho... tem desde uma livraria de arte, uma papelaria supersimpática à Séphora, Swarowsky e à loja da Apple (com acesso gratuito à internet, e onde eu passei a mão num Mac pela primeira e única vez até aqui).


Entramos sabendo pra onde queríamos ir: ver os clássicos (a Mona Lisa, a Vênus de Millo...) e depois "o que desse pra ver". Olha, com toda indicação, placas à entrada de cada corredor, folder com mapa (supernecessário), tivemos que andar um bocado até achar os "indispensáveis".

Sim, a Mona Lisa é minúscula - eu já sabia, e não me decepcionei - mas é uma emoção estranha ver essas obras de arte tão conhecidas e ao mesmo tempo tão reservadas.

É permitido fotografar no Louvre, e embora eu saiba que não se deve fotografar com flash, não havia qualquer aviso a esse respeito.

Fiquei encantada com grupos de crianças e pré-adolescentes acompanhados de professores, conhecendo o mundo da arte assim, tão cedo, e com tanto interesse.

Dificuldade foi achar banheiro, e como lá dentro era aquecido e estávamos andando muito, as garrafinhas de água foram esvaziadas logo, e "pediam pra sair"... demorou, mas encontramos, com uma fila gigantesca, como é de praxe nos banheiros femininos ao redor do mundo.
Na outra vez que fomos com Geórgia e a família, ficamos só no Carroussel, e lá o banheiro era uma "boutique" de banheiro, com custo de 1 euro pelo uso, e com a possibilidade de comprar papel higiênico de 1488 tipos e cores, além de tudo que se posse imaginar para banheiro.

Nós na fila do banheiro/boutique

Estou com dificuldades de colocar fotos, e como já foi o vídeo que é bem pesado, vejam um monte de fotos do Louvre aqui, no álbum do Picasa.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Frio por aqui…

Não sei dizer exatamente qual foi o dia mais frio da nossa viagem. Mas lembro do dia que mais me agasalhei.

Foi no dia em que subimos na Torre Eiffel, à noite. Como não tínhamos programado, tivemos que enfrentar a fila imensa. Até tentei comprar pela net, mas nas compras on line você só consegue comprar pra 24h depois.   De um jeito ou de outro, você espera. Além disso, na compra on line é preciso escolher a hora exata. Como nós estávamos “em família” e com crianças, a programação não podia ser muito rígida. Levamos na esportiva, e fomos pra fila.

Olha só a produção para o vento a 324m de altura:

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Meia-calça de lã, bota, calça, blusa segunda-pele de manga comprida, blusa de lã de manga comprida e gola alta, casaco grosso impermeável, lenço, cachecol, luvas… e ainda assim estava frio.

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Deu até pra tomar um capuccino num dos restaurantes da torre. Delicioso [e grande], e relativamente barato: 3 euros.

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A experiência vale a pena, e vale MESMO. Cerca de 8 euros para subir até o segundo andar e 13,60 para a cúpula. No dia que subimos, a cúpula estava fechada, mas mesmo sendo “só” até o segundo andar, foi fantástico.

O frio de lá já era esperado, mas… este post é pra dizer que o frio DAQUI está maior do que deveria. Tanto assim, Geo, que não vamos devolver os casacos que vocês nos emprestaram não, viu????

PS- Eu já falei que sou apaixonada pela Torre Eiffel?

domingo, 13 de junho de 2010

Albergues

A Ivana perguntou sobre os albergues, no post anterior, então vou aproveitar e dar minhas impressões sobre a experiência de hospedagem em albergues, na verdade, Albergues da Juventude, uma organização internacional, à qual você se associa, faz uma carteirinha (as nossas custaram R$40,00 cada) e com isso pode se hospedar numa rede enorme de Albergues pelo mundo inteiro.
A palavra “Albergue” pra nós, brasileiros comuns que não conhecemos a associação (que tem outros nomes, ao redor do mundo: YHA, HiHostels) pode soar um pouco “pobre” ou com um sentido depreciativo, mas posso dizer que não corresponde à realidade.
Claro que é uma proposta diferente dos hotéis tradicionais, e tem como público alvo, inicialmente, jovens mochileiros, mas na verdade encontramos mais gente “com mais de trinta” durante toda a nossa viagem. Somente em Barcelona foi que vimos somente jovens, na verdade, teve um momento em que eu pensei: “o que essas crianças estão fazendo longe de casa, e sozinhas???”
Marido já tinha usado os albergues da Europa em viagens anteriores, mas eu só havia experimentado um, o Vila Carioca, em Botafogo, no Rio, numa viagem com o povo da facul, em 2005, quando eu tinha 40 e o resto todo menos de 20 (ou quase isso). Nessa ocasião, fiquei num quarto MISTO com 18 camas, e vocês podem imaginar que a experiência não foi fácil. Mas foi boa. ;) Uma coisa me conquistou nesse Albergue (ou Hostel, como também é chamado) e me animou a encarar uma nova experiência: o atendimento. E isso se repetiu em TODOS os que ficamos na Europa.
Eu nem sabia da possibilidade de quartos para duas pessoas, e fiquei super feliz com isso. Mas não contava com a possibilidade de escolha quanto a ter ou não ter banheiro no quarto, o que faz diferença no preço da diária, óbvio. Procuramos Hostels que oferecessem quartos duplos e com banheiro, mas nem sempre conseguimos. Então ficamos em todo tipo de quarto: Duplo com banheiro, duplo sem banheiro, duplo com chuveiro e sem sanitário (nunca vi isso!!!), misto (onde ficamos em duas camas juntas e sem mais ninguém na 1a. noite, depois chegaram outros hóspedes) e um misto onde ficamos em beliches separados, ese foi o pior – o de Barcelona, que merece um post especial, de tanta queixa que eu tenho dele! (risos).
No geral, os Hostels têm uma “área comum”, com sofá, TV, computadores (os acessos à internet variam de albergue pra albergue), refeitorio, Às vezes biblioteca, sala de jogos, etc.
Os valores das diárias são bem menores que dos hotéis tradicionais, motivos óbvios. Veja as diárias do London Oxford Street:
2 x Habitación de 2 camas, sábanas incluidas
Subtotal: 102.90 GBP
5 % de depósito: 5.15 GBP
Pagar a la llegada: 97.75 GBP
Lasquei-me quando não procurei saber o que seriam “sábanas”, achei que era banheiro... Sábanas são LENÇÓIS!!! Sim, nem sempre a roupa de cama está incluída, mas pode ser paga à parte, bem como as toalhas (que nunca são incluídas, mas podem ser alugadas, alugamos em Barcelona, por 2,50 cada).
Em Liverpool ficamos no The Nightingale Lodge. Um casarão antigo e histórico loooooonge do centro da cidade (e onde achamos que seria fácil chegar A PÉ vindo da estação de trem Lime Street, lembram?).
Post Londres 012
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Nesse, ficamos num quarto de casal sem banheiro, mas o banheiro era vizinho, e, como sempre, limpo e com chuveiro bem quente e bom. O aquecimento do quarto é que não era 100%, porque era controlado pela central (ou sei lá por quem, mas não por nós), então à noite foi tranquilo, mas pela manhã desligaram. E eu quase congelei.
A diária lá:
Room Details Price Guests Total
Double Bed Private (Shared Bathroom) £15.00 2 £30.00
Double Bed Private (Shared Bathroom) £15.00 2 £30.00
Rooms Total: £60.00
10% Deposit (£6.00) will be billed in EUR: €7.01
Service Charge: €1.50
Charge on Card (Service Charge + Deposit): €8.51
AMOUNT DUE ON ARRIVAL AT THE NIGHTINGALE LODGE: £54.00
Praticamente metade do de Londres, e ainda com uma diferença: Breakfast incluído, o que dava no final uma diferença de umas 10 libras, que gastamos no café (mas como foi no Costa… valeu!). Assim que chegamos, o recepcionista nos deu TODAS as informações (como se minha cabeça fosse guardar tudo), e ele falava rápido. Eu entendi tudinho, mas no final ele falou algo sobre polícia à noite, e eu me perdi, pedi pra repetir. Era o seguinte:
Viagem Canon 13-05-2010 034Traduzindo: “Não façam barulho depois das 23h, senão chamamos a polícia”. (Eu ri, imaginando que tipo de barulho poderíamos fazer depois das 23h… hahahahaha)
O quarto tinha uma cama de casal com um “mezzanino” para mais uma pessoa, ótimo para casais com um filho.
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Não tinha banheiro, mas tinha uma pia (com água quente), uma mesinha e cadeiras. ]
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O aquecedor, que funcionava à nossa revelia.
Na área comum tinha uma sala de jogos com sinuca, computadores que acessavam a internet mediante a inserção de moedas (novidade absoluta pra mim), 50 pounds por meia hora e tinha maquininha de trocar moedas. Aliás essas máquinas são bem comuns por lá, pois muita coisa funciona à base de moedas e precisam ser específicas.
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Lockers, para guardar bagagem, no caso de só viajar no final do dia, já que a diária se encerra às 10 ou 11h. 2 libras a diária do armário:
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Detalhes do banheiro: (Observe a tampa do vaso sanitário, de madeira. Bom pra não gelar o bumbum… hahaha)
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Café da manhã beeeeem simples, mas como estava incluído…
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Legal foi encontrar gente de várias nacionalidades no refeitório, aí dar “good morning” e receber de resposta: buongiorno, bonjour, buenos dias e retornar, rindo: BOM DIA!
Em Paris, quando voltamos, ficamos no Le D’Artagnan, de longe o mais “profissional” (e maior) dos que experimentamos. Eram, se não me engano, 12 andares, sem incluir o subsolo, onde estavam um café, as lavanderias e os lockers (onde deixamos uma parte da bagagem antes de ir pra Londres/Liverpool).
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As diárias foram de 56 euros pelo quarto, não coloco aqui a confirmação como veio deles, porque na reserva não mostrava a possibilidade de Double Room. mas para duas camas em quarto misto seriam 141 euros por 3 noites.(Precisa fazer a reserva simples pelo site, e depois solicitar o double room via e-mail, é seguro.)

No D’Artagnan ficamos num quarto duplo, só que com beliche (oh, céus!) e com chuveiro, mas sem vaso sanitário (já viram isso?).
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Marido parecendo um ursinho polar
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E eu, um panda, né?
O preço da conexão nos computadores deles era caríssimo (não lembro agora, mas tinha Wifi grátis nas áreas comuns, e todo mundo aproveitou, inclusive a Vivi e o Daniel, filhinhos da Geórgia.
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Uma coisa interessante foi o kit de lençóis descartáveis, incluindo um “cobertor de orelha” hahahahahaha:
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Marido “lavando roupa”.
O restaurante do D’Artagnan era bem amplo, e um excelente nicho para observação cultural, já que a diversidade de nacionalidades era bem notável. Como lá nos encontramos com a Geo e a família dela, depois do café da manhã ficamos um bom tempo batendo papo lá, e inclusive valeu como um encontro do “O que elas estão lendo”.
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Em Veneza ficamos no Nuova Locanda Belvedere, o site faz ele parecer maior e melhor do que é, na verdade. Este não tinha café da manhã, mas tinha máquina de café com capuccino a 0,50 euro.
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Diárias:
HOTEL INFORMATION :
Name: Nuova Locanda Belvedere
Type: Hotel *
Address: Via Mezzacapo 1 - Veneza, Itália
Telephone 39041926596
Room Type & No. of guests - Price (per day)
Quarto privativo cama de casal banheiro 68.00 EUR
Quarto pequeno, mas com banheiro, TV a cabo, aquecedor, e bastante confortável.
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Apesar do conforto maior, o atendimento foi sofrível. Como já reclamei antes, os italianos passam longe do modelo de educação e gentileza e este saiu do padrão de atendimento atencioso e bem humorado dos recepcionistas de albergues.
Em Roma ficamos no Alessandro Downtown, que como o nome sugere, é bem no centro da cidade, a duas quadras da estação de trem Roma Termini e pertinho também da estação do metrô. Prédio antigo e apertadinho, mas como manda o padrão, tudo bem limpo.
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A diária lá foi de 23 euros por pessoa, e ficamos num quarto misto, para oito pessoas, e sem banheiro. Na primeira noite ficamos sozinhos no quarto, na segunda o quarto lotou. Pra nós não foi problema, tinha duas camas que pudemos juntar, e de fato ficamos numa cama de casal, rodeada de beliches, mas num quarto grande e espaçoso, com armários onde podíamos colocar as malas e trancar com cadeado (que compramos na portaria).
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Os recepcionistas do Downtown eram um indiano metido a engraçadinho e uma grega (Jenna – pronuncia-se Iena) muito simpáticos, afinal de contas, não eram italianos. Lá também não teve café da manhã, e como não era na Inglaterra, não tivemos o café delicioso do Costa (vou morrer lembrando dele). Mas tinha uma cozinha disponível para uso dos hóspedes, e à noite eles ofereciam uma “pasta party”, ou seja, jantinha de graça (macarrão, of course), bastava colocar o nome na lista até ás 10 da manhã. Infelizmente isso é de segunda a sexta, e nós passamos lá sábado e domingo!
O último albergue em que ficamos foi o Barcelona Mar Hostel, e foi o pior de todos, em termos de conforto. O atendimento foi ótimo, e em português (de Portugal).
Diárias:
Barcelona - Barcelona Mar, Spain
C/ Sant Pau, 80 - 08001
Barcelona
Phone: 93 324 8530
Fax: 93 324 8581
E-mail: info@barcelonamar.com
2 x Bed(s) in Dorm, Sheets included, Breakfast included, mixed accommodation (coed)
Subtotal: 39.90 EUR
5 % Deposit: 2.00 EUR
Pay on arrival: 37.90 EUR
O banheiro, apesar de limpo e de parecer bonzinho (tinha até secador na parede), era um horror: pra sair água do chuveiro, era apertando um botão na parede e caía água por cerca de 30 segundos, e depois parava. Pelo menos era água quente. A lâmpada também era na base do “aperte o botão e tenha luz por 30 segundos”. Eu ri, lembrando que Stela havia me contado algo sobre isso, do botão do chuveiro.
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O quarto era pequeno e abarrotado de beliches, e estava lotado de hóspedes. (Não tiramos fotos do quarto, nem da fachada do albergue.) Além disso, tinha um split, ligado pra ESFRIAR! Os outros hóspedes eram todos adolescentes e barulhentos. Na noite que mais precisávamos de paz e sossego pra dormir, quase não conseguimos. Poderíamos ter ficado num quarto só pra nós, mas era num “anexo”, fora do hotel, e além de estar frio, teríamos de andar com as malas MAIS do que já tínhamos andado do porto até lá
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Neste hostel, o café da manhã estava incluído na diária, mas como saímos muito cedo, saímos sem café mesmo.
Bem, no geral, essas são as informações sobre os albergues que experimentamos, e pra mim a experiência foi positiva, apesar dos botões do banheiro em Barcelona!
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