quarta-feira, 30 de junho de 2010

O Louvre - Parte 1



Eu já ouvi 1488 vezes que “um dia inteiro não é suficiente para visitar o Louvre.”, e sempre pensei que isso era pra aquelas pessoas super-hiper-mega interessadas em arte, que iriam ficar meia hora na frente de cada obra de arte… ai ai, nada disso.

O Louvre é uma CIDADE. Imenso, com 4 pisos e uma extensão que nem em três dias se consegue visitar toda, e não é parando meia hora em cada SALA, não, é só “rodando” mesmo. Então não será em um post que vai sair tudo, certo?

Vejam esse vídeo que fiz da parte externa:



Não pegamos fila pra entrar porque tínhamos o Paris Museum Pass, que além da economia no valor dos ingressos, livra das filas. Mas pra quem não comprar o passe, segue a dica da Maria Lina, do Conexão Paris (Leitura obrigatória pra quem vai pra lá):

"Não desçam na estação Louvre/Rivoli e sim na estação Palais Royal/Musée du Louvre. Duas linhas de metrô se cruzam nesta parada, a linha número 1 que liga La Defense a Château de Vincennes e a linha número 7 de Villejuif a La Courneuve.
O acesso direto ao Louvre se encontra na plataforma direção La Defense. Aqueles que chegarem a esta estação vindos pela linha número 7 não devem sair e sim procurar direção La Defense."
Assim, você pode entrar pela galeria chamada Carroussel do Louvre, que é um sonho... tem desde uma livraria de arte, uma papelaria supersimpática à Séphora, Swarowsky e à loja da Apple (com acesso gratuito à internet, e onde eu passei a mão num Mac pela primeira e única vez até aqui).


Entramos sabendo pra onde queríamos ir: ver os clássicos (a Mona Lisa, a Vênus de Millo...) e depois "o que desse pra ver". Olha, com toda indicação, placas à entrada de cada corredor, folder com mapa (supernecessário), tivemos que andar um bocado até achar os "indispensáveis".

Sim, a Mona Lisa é minúscula - eu já sabia, e não me decepcionei - mas é uma emoção estranha ver essas obras de arte tão conhecidas e ao mesmo tempo tão reservadas.

É permitido fotografar no Louvre, e embora eu saiba que não se deve fotografar com flash, não havia qualquer aviso a esse respeito.

Fiquei encantada com grupos de crianças e pré-adolescentes acompanhados de professores, conhecendo o mundo da arte assim, tão cedo, e com tanto interesse.

Dificuldade foi achar banheiro, e como lá dentro era aquecido e estávamos andando muito, as garrafinhas de água foram esvaziadas logo, e "pediam pra sair"... demorou, mas encontramos, com uma fila gigantesca, como é de praxe nos banheiros femininos ao redor do mundo.
Na outra vez que fomos com Geórgia e a família, ficamos só no Carroussel, e lá o banheiro era uma "boutique" de banheiro, com custo de 1 euro pelo uso, e com a possibilidade de comprar papel higiênico de 1488 tipos e cores, além de tudo que se posse imaginar para banheiro.

Nós na fila do banheiro/boutique

Estou com dificuldades de colocar fotos, e como já foi o vídeo que é bem pesado, vejam um monte de fotos do Louvre aqui, no álbum do Picasa.

2 comentários:

Tâmara disse...

Quando eu fui tinha plaquinha dizendo que não podia usar o flash! Acho que nçao deve ter adiantado muito e devem ter tirado... enfim!

Ivana disse...

Bel, infelizmente não consegui visitar todo o museu, apesar dos 8 dias que passamos em Paris. Mas o dia em fomos lá, passamos O DIA INTEIRO. Saí de lá com os pés em frangalho, morta de cansada e sem ânimo pra mais nada a não ser dormir. O Louvre, pra variar, estava lotado (também entramos por esta entrada diferenciada, porque o livro que levei de guia, já indicava isso.Ainda assim pegamos fila), foi um sacrifícil almoçar lá dentro ou comprar qualquer coisa. Mas, te digo que faria tudo de novo. Na próxima vez, vou voltar lá e terminar a minha visita. Juro.
Agora, outra coisa: é claaaaro que sei que moras em Ilhéus, que tua terra é essa, e que tens sotaque baiano. Mas OUVIR a tua voz e esse sotaque que eu simplesmente AMO, me fez gostar um tanto mais de ti!!!
Beijos!